Uma seleção(Atemporal) das melhores publicações ligadas a MPB.

Aracy de Almeida

ARACY

”Sou atual, estou na minha, sou griladona, estou cheia de transas e tal”.

Jurada de programa de calouros, cantora de prestígio, principal intérprete de Noel Rosa, frequentadora das altas rodas da malandragem e do high society carioca.
Este livro apresenta a história de Aracy de Almeida em suas próprias palavras. São trechos de entrevistas e programas de TV, além de depoimentos de alguns dos principais nomes da cultura brasileira, como Caetano Veloso, Jorge Mautner, Elza Soares, Ary Barroso, Carmen Miranda, Mario de Andrade, entre tantos outros. Nascida em 1914, no Encantado, subúrbio do Rio, Aracy de Almeida estreou no rádio na década de 1930 e logo tornou-se uma das principais vozes do samba carioca. Nos anos 1970, migrou para a TV e ficou nacionalmente famosa como jurada dos programas Cassino do Chacrinha e Show de Calouros, do Silvio Santos.
Com seu jeitão rabugento e desbocado, figurino inconfundível (botas, calças compridas e camisa social) e frases de efeito, Aracy tornou-se um ícone da cultura popular brasileira.

Carmem Miranda

CARMEM

Carmen , o novo livro de Ruy Castro, é a maior biografia de um artista já publicada no Brasil. Ano a ano, o autor acompanha a vida da brasileira mais famosa do século XX – do nascimento da menina Maria do Carmo, numa aldeia em Portugal (e a vinda ao Rio de Janeiro, em 1909, com dez meses de idade), à consagração brasileira e internacional de Carmen Miranda e sua morte em Beverly Hills, aos 46 anos, vítima da carreira meteórica e dos muitos soníferos e estimulantes que massacraram seu organismo em pouco tempo.

Mas Carmen não é apenas uma biografia. Enquanto entrelaça a intimidade e a vida pública da maior estrela do Brasil, Ruy Castro nos leva a um passeio pelo Rio dos anos 20 e 30, e por Nova York e Hollywood dos anos 40 e 50 – cenários em que é especialista. E ainda resgata a história da música popular brasileira, da praia, do Carnaval, da juventude do passado, da Rádio Mayrink Veiga, do Cassino da Urca, da Broadway, dos gângsters que dominavam os nightclubs americanos e dos bastidores dos estúdios de cinema – numa época em que para estrelas como Carmen, as noites não tinham fim.

A onda que se ergueu no mar

A ONDA

As andanças de Tom Jobim pelo mundo; o longo verão de Brigitte Bardot em Búzios; a trágica história de Orlando Silva; as vidas paralelas de Dick Farney e Lucio Alves; céus e mares de Johnny Alf e João Donato; samba e swing no Beco das Garrafas; com Nara Leão em Copacabana; ao redor do pijama de João Gilberto – em A onda que se ergueu no mar , Ruy Castro conta novas histórias da música que voltou para conquistar uma nova geração. Hoje ela talvez seja mais ouvida do que em 1961, em salas de concerto, teatros, boates, bares, clubes, escolas, estádios, sem esquecer os elevadores e as salas de espera, os comerciais e as trilhas de filmes e novelas. Em discos também: nunca se ouviu tanta Bossa Nova em São Paulo, Nova York, Paris, Sydney, Tóquio. E quem se dispuser a entrar em todos os sites brasileiros e internacionais dedicados à Bossa Nova, arrisca-se a morrer de velhice antes de sequer arranhar a superfície. Com Chega de saudade , de 1990, Ruy Castro foi um dos responsáveis por essa volta. Mas ali a história se encerrava por volta de 1970, quando a Bossa Nova foi dada como morta. Ruy mergulhou de novo no assunto – mas agora para falar da volta de uma música que, como as ondas, só esperava o momento de dar de novo à praia.

A noite do meu bem

CAPA ANB

Em 1946, o presidente Eurico Gaspar Dutra proíbe os jogos de azar no Brasil. A decisão gerou uma legião de desempregados — e um grande contingente de boêmios carentes. Os cassinos fecharam, mas os profissionais da noite logo encontraram um novo ambiente: as boates de Copacabana. Em vez das apresentações grandiosas, as boates favoreciam a penumbra, a intimidade, o romance. Assim como a ambience, a música baixou de tom. Os músicos voltaram aos palcos, mas em formações menores, tocando quase como um sussurro ao ouvido. Essa nova música, as boates e o contexto que fez tudo isso possível são o tema do novo livro de Ruy Castro, que mais uma vez nos delicia com sua prosa arrebatadora.

Dicionário da Houaiss - MPB

CAPA DIC

O Dicionário Houaiss Ilustrado – Música Popular Brasileira traz biografias e dados relevantes de mais de 5.000 autores, intérpretes, grupos, agremiações, blocos etc. Contêm centenas de ilustrações de notáveis caricaturistas brasileiros, entre eles Chico Caruso, K-Lixto, L. Carlos, Lan, Cássio Loredano, Nássara, entre outros. Traz ainda um repertório conciso da obra e discografia de mais de 2.500 nomes e grupos de nossa música popular. É o resultado de muitos anos de dedicada pesquisa do Instituto Cultural Cravo Albin sobre este apaixonante tema agora disponíveis em um livro impresso!

Toquinho - Histórias de canções

TOQUINHO

Mais um mestre da mpb revela as histórias por trás das suas canções. Após o sucesso do primeiro volume da coleção “Histórias de canções”, de Chico Buarque, a LeYa convida os leitores a descobrirem outros causos. Desta vez, de Toquinho. Um dos principais músicos e compositores brasileiros abre o baú e revela fotos e histórias inéditas das parcerias que conquistou em sua carreira e do processo criativo que cativa admiradores em todo mundo. Baden Powel, Paulo César Pinheiro, Belchior e, principalmente, Vinícius de Moraes são os personagens desta obra saborosa.

Almanaque do Carnaval

CARNAVAL

Em Salvador a festa de rua nos dias de carnaval ganhou proporções gigantescas. No Recife, o Galo da Madrugada atrai mais de um milhão e meio de pessoas. No Rio de Janeiro, o desfile no Sambódromo é televisionado para mais de 180 países. Nesse Almanaque do carnaval, o historiador André Diniz conta como isso tudo começou, conduzindo o leitor em uma viagem no tempo até chegar às grandes folias da atualidade. Além da história do carnaval, o livro apresenta a trajetória dos gêneros musicais identificados com a festa: o samba, a marchinha, o frevo e o axé. O leitor vai se deparar com canções, compositores e intérpretes que marcaram época e com os que ganham destaque na atualidade. São pequenas biografias, casos curiosos e informações sobre o contexto político, social e cultural de cada período. E o autor aborda fenômenos de mercado como Ivete Sangalo e o grupo É o Tchan, rompendo as barreiras impostas pela crítica tradicional. Há ainda mais de 120 imagens, indicações de livros e filmes e dicas de onde cair na folia em todo o Brasil.

Música Brasileira

25

O livro narra a trajetória do Prêmio da Música Brasileira, projeto que ao longo das últimas duas décadas e meia se transformou na mais respeitada e influente premiação de música do país. Dessa maneira, o registro dos 25 anos do Prêmio apresenta um mapeamento do melhor da produção musical brasileira, seus compositores, intérpretes, músicos, produtores e demais profissionais envolvidos, por meio do texto do jornalista Antônio Carlos Miguel e de um riquíssima seleção de imagens, apresentada em projeto gráfico de Gringo Cardia. Entre os grandes nomes da MPB homenageados nas edições, como Vinicius de Moraes, Tom Jobim, Elis Regina, Baden Powell, Maysa, Clara Nunes, João Bosco e Gilberto Gil, artistas revelados, como Marisa Monte, Adriana Calcanhotto e Lenine, e premiados, como Maria Bethânia, Caetano Veloso, Zeca Pagodinho e Paulinho da Viola, a edição consolida uma memória fundamental da história da música feita e ouvida no Brasil.

Gilberto Gil

GIL

Questões que abrangem campos múltiplos foram solicitadas, gravadas e posteriormente apresentadas a Gilberto Gil, que respondeu as perguntas sob a mediação da própria idealizadora do projeto. Em suas falas, o compositor elucida os seus métodos de criação, as constantes obsessões que envolvem o mundo criativo e também as mudanças pelas quais ele passou desde sua fase mais underground até a consolidação de sua carreira. Segundo Ana de Oliveira, “Gil praticamente gerou um sistema que repensa a questão da fala biográfica: ele faz reflexões sobre a vertigem da tarefa de viver, de compor, de ser alegre, de ser triste, de falar do passado, do futuro, do fim de tudo, de sua obra musical, da era da internet, de movimentos sociais e da não morte”.

Do Vinil ao Download

VINIL

Testemunha ocular do Dia D, desertor da Guerra na Argélia, confeiteiro em Paris, executivo da Odeon, Phonogram e WEA, pioneiro na iniciativa de análises qualitativas de mercado, negociador da libertação do publicitário Washington Olivetto. A autobiografia de André Midani é mais do que um depoimento de quem desde a década de 50 observa sob um ângulo privilegiado os bastidores do mercado musical brasileiro. Além de viver alguns dos grandes momentos da história, Midani participou ativamente do nascimento da Bossa Nova, da Tropicália e do rock nacional, dos grandes festivais de música e das fantásticas jogadas de marketing das gravadoras para projetar seus ídolos.

Edu Lobo

edu

Edu Lobo criou um estilo musical próprio, imprimindo na música popular sofisticação e tradição. Escrito por Eric Nepomuceno, o livro refaz a trajetória do músico e compositor, no momento em que comemora 70 anos, contando os bastidores da criação de uma obra de clássicos absolutos da MPB. São bonitas as canções – Uma biografia musical narra uma história que se mistura com o melhor da bossa nova, da música para teatro e musicais e com outros grandes nomes da música brasileira, como Vinicius de Moraes, Tom Jobim e Chico Buarque. “No momento em que Edu passou a trabalhar mais com papel pautado e caneta, Eric Nepomuceno seguiu seus passos no texto de estimulante leitura sobre a produção de uma das mais densas obras na música popular brasileira. Quando Edu Lobo optou pela introspecção para assegurar pleno domínio de suas composições, isto é, concluí-las integralmente na melodia, na harmonia e no arranjo instrumental, Eric da mesma forma aprofundou a intensidade da análise musical da obra de seu personagem.”

Cesar Camargo Mariano

Cesar Camargo Mariano

Conheça a história de um dos maiores nomes da MPB. Na autobiografia “Solo”, Cesar Camargo Mariano compartilha sua história, indissociável da música brasileira. Um dos maiores nomes da MPB, narra toda a sua trajetória como músico da noite, compositor e arranjador talentoso que conquistou o respeito de artistas e do público do mundo inteiro e revela ainda ao leitor as histórias de sua vida particular, o Cesar do convívio familiar, o filho do Miro, o companheiro de Flavia, sua princesa, e o parceiro dos filhos. Solo emociona e encanta, é leitura saborosa, daquelas obras que não se consegue parar de ler até a última linha.

Caetano Veloso

CAPA CAE

Caetano Veloso dispensa apresentações, porém sua história e suas facetas ainda foram pouco exploradas. Existem livros que que abordam quase que exclusivamente a sua fase Tropicalista, porém, os longos trechos ainda desconhecidos de sua história não podem permanecer sem registro. Por isso, torna-se necessário contar sua trajetória de vida de modo amplo e irrestrito, com o respeito e a isenção que o artista merece. Este livro é resultado de uma pesquisa de vinte anos dos autores, e conta a história completa do carismático músico brasileiro, passando por todas as suas fases com igual peso, permitindo ao grande público entender e conhecer um pouco mais sobre Caetano Veloso.

Movimento Black Rio

BLACK RIO

“Edição ricamente ilustrada com imagens de antológicos bailes black da década de 1970, mostrando a genealogia do Movimento Black Rio, que completa 40 anos em 2016 Inicialmente inspirado pela revolução da funk music norte-americana, esse movimento no Rio de Janeiro foi uma afirmação social, estética e musical, que desencadeou uma mudança profunda na música e na cultura negras do Brasil. Tim Maia, Sandra de Sá e Toni Tornado são alguns dos personagens desse relato enérgico, que procura informar os mais jovens — que não viveram esse momento revolucionário — e dar voz a um período emblemático da nossa cultura, para que nunca nos esqueçamos desse poderosos músicos, djs, dançarinos e frequentadores de bailes que participaram dessa história.”

101 Canções que tocaram o Brasil

101

Este livro é uma trilha sonora da História do Brasil.

“Quando a última letra se vai e vira-se a derradeira página, os sons ainda ecoam, convidando o leitor a entrar na parceria e recordar a trilha sonora de sua própria vida. ” — Eduardo Bueno, curador da Coleção 101 e autor da Coleção Brasilis

Seguindo a linha dos livros da Coleção 101, Nelson Motta contará a história de 101 canções que, na sua concepção, foram o que de melhor produziu a Música Popular Brasileira.

Imagine-se numa mesa de bar, com seus amigos e amigas, a ouvir Nelsinho Motta contar, com a riqueza de detalhes que só um dos maiores entendidos no assunto, a história íntima e surpreendente das maiores obras-primas da MPB.

Entre as músicas escolhidas estão obras de Noel Rosa, Pixinguinha, Cartola, Ary Barroso, Dorival Caymmi, Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Johnny Alf, Roberto Carlos, Paulinho da Viola… E tem Rita Lee, Lulu Santos, Legião Urbana, Tim Maia, Raul Seixas, e tantas outras.

João Nogueira

JOAO

O livro apresenta a rica trajetória deste que é um dos grandes nomes da música popular carioca e brasileira a partir de um olhar sobre a sua marcante produção artística.

Nesta discobiografia, que reúne informações preciosas sobre os bastidores e repercussões dos 22 álbuns feitos pelo mestre, o leitor é convidado a adentrar em um universo que reconstrói os passos da carreira do cantor e compositor, falecido em 2000, e narra com sabor alguns momentos decisivos no legado de um dos maiores nomes do samba.

Zé Ramalho

CAPA RAMALHO

Do psicodélico “Paêbirú”, raríssimo LP duplo gravado em parceria com Lula Côrtes na lendária Rozenblit de Recife, até as sessões, nos estúdios cariocas da CBS, do clássico “A peleja do diabo com o dono do céu”. Nesta entrevista, da primeira temporada d’O Som do Vinil, Zé Ramalho, exímio contador de histórias, reconstitui sua trajetória singular. Da infância em Brejo do Cruz, na Paraíba, à batalha no Rio de Janeiro para gravar seu primeiro disco solo, em 1978. O estouro no ano seguinte com “Admirável gado novo”, canção com a inconfundível verve poética e contestadora do grande trovador da música brasileira contemporânea.

Geraldo Vandré

CAPA

Quem foi Geraldo Vandré ? Por que ele se tornou amado pelo público e odiado pelos militares na ditadura? Por que sua canção se tornou um hino – Para não dizer que não falei das flores – Caminhando – jamais esquecida durante décadas? O que aconteceu com ele no exílio e depois que retornou ao Brasil? Gênio? Louco, por causa das torturas?
Nesta biografia emocionante, crucial e NÃO AUTORIZADA, Jorge Fernando dos Santos conta a história da vida e da obra deste artista que se tornou ícone da canção brasileira no auge dos “anos de chumbo”, mas acabou se afastando dos palcos, para a perplexidade dos fãs.

Tom Zé

CAPA TOM

Em meados dos anos 1970, a indústria fonográfica tupiniquim vibrava, faturando com a parada de sucessos, no que se tornaria um dos principais mercados do mundo. Do outro lado, no entanto, para além do domínio estético das “quatorze mais” do rádio e da TV, havia vida criativa. Foi nessa época que alguns de nossos mais originais compositores gravaram álbuns que passariam longe dos radares da mídia e do público, à margem do triunfo comercial e do reconhecimento. Por caprichos do destino, esses discos ressurgiram, décadas depois, na cozndição de obras primordiais de nossa cultura. Aqui revivemos um dos capítulos mais extraordinários da música brasileira: a história de Estudando o Samba, o quinto LP de Tom Zé.

Tom Jobim

TOM

As histórias por trás da garota de Ipanema, chega de saudade, águas de março entre outras canções de tom jobim! A história da música brasileira e da Bossa Nova passa pelo piano e o talento de Tom Jobim. Canções como Garota de Ipanema, Chega de Saudade, Retrato em Branco e Preto, Águas de Março e tantas outras, foram compostas por ele em parceria com célebres nomes, dentre os quais Newton Mendonça, Chico Buarque e Vinicius de Moraes – poeta, amigo e “irmão de copo”. Neste quarto volume da coleção Histórias de Canções, apresenta-se a trajetória de Tom Jobim por meio de curiosidades sobre as músicas que o tornaram famoso e admirado em todo o mundo.

Tom Jobim

TOM

Tom Jobim foi mais que um nome da música popular. Ao compositor, músico e orquestrador, reconhecido mundialmente, somava-se uma personalidade tão fascinante e multifacetada como sua obra. De sua atilada inteligência saíram observações definitivas sobre o Brasil e seus costumes. Nesta biografia de Antonio Carlos Jobim, seu amigo e jornalista Sérgio Cabral aproxima o leitor do universo desse ‘maestro soberano’.

Elis Regina

ELIS NSCA

A esperada biografia de Elis Regina, escrita por Julio Maria, repórter do jornal O Estado de S. Paulo, traz a história da maior cantora do País . “Elis Regina – Nada Será Como Antes” narra a vida da cantora desde seus primeiros dias em Porto Alegre, onde interpretava “Fascinação” ao lado das amigas nas escadarias de um colégio, até sua despedida trágica, aos 36 anos, quando estava prestes a, de novo, mudar tudo em sua vida.
“Não vivi a era de Elis. Quando ela faleceu, em 19 de janeiro de 1982, eu tinha nove anos de idade, e diante dessa personagem gigante, fui o que sou há 16 anos: repórter. Me joguei com o respeito que a história merecia, mas sem nenhuma tese a defender. Creio que o olhar descontaminado de paixões ou ódios ajude a traçar um perfil mais humano e menos divino”, diz Julio Maria.

Elis Regina

CAPA

Pesquisado e escrito ao longo de três décadas, este livro ilumina o gênio da maior cantora brasileira de todos os tempos. Músico, jornalista, “elisófilo” como poucos, Arthur de Faria é o maestro ideal para o desafio de dimensionar a importância de Elis Regina numa era inigualável da nossa história musical.
Arthur dá voz a instrumentistas, produtores e arranjadores. No tom de uma conversa bem-humorada com o leitor, concede o devido espaço aos anos de formação da guria perfeccionista em Porto Alegre antes de narrar a explosão nacional da primeira artista que se mostrou perfeita para brilhar na TV. Esmiúça os meandros da indústria fonográfica. Desfaz mitos da trajetória da cantora. Relata, por um prisma original, episódios saborosos ou dramáticos de suas parcerias e brigas com inúmeros “monstros sagrados”. Fala de sua vida pessoal sem cair no sensacionalismo.
Sobressai aqui a Elis Regina que tinha ouvido de músico – a grande instrumentista que não tocava nenhum instrumento. Seu faro para lançar compositores. O assombro de quem dividiu o palco com ela em qualquer época. Uma vida inteira dedicada à valorização e à proteção dos músicos.
Mais de 30 anos depois de nos deixar, Elis canta melhor a cada dia que passa. E Arthur de Faria, com seu ouvido apurado, compartilha conosco sua interpretação de tudo que ela nos legou, da mais obscura canção ao espetáculo mais deslumbrante. Ensolarada e sorridente como ela, plena de musicalidade, esta biografia nos ajuda a entender por que Elis vive.

Sobre o Autor

Arthur de Faria é músico, compositor e arranjador. Produziu 27 discos, escreveu 35 trilhas para cinema e teatro, integra o Duo Deno, a Surdomundo Imposible Orchestra, o espetáculo Música de Cena e Música Menor – duo com o argentino Omar Giammarco. Por 20 anos liderou o Arthur de Faria & Seu Conjunto, com quem lançou cinco de seus oito discos e tocou em meia dúzia de países. Jornalista e mestre em Literatura Brasileira, ministra cursos sobre música popular brasileira no Brasil, Argentina e Uruguay, trabalha há 20 anos em rádio, publicou dezenas de ensaios, artigos, livros e fascículos sobre música popular e dedica-se há três décadas a pesquisa sobre a história da música de Porto Alegre.

Chico Buarque

CAPA CHICO

Depois que “A Banda” dobrou a esquina do distante 1966, a vida de um jovem músico chamado Chico Buarque de Hollanda nunca mais foi a mesma. Nem a Música Popular Brasileira. Suas canções foram o hino das grandes transformações sociais e políticas do país e a trilha sonora que embalou os desejos mais ardentes de antigos e futuros amantes. Em músicas, peças e livros, Chico deu voz a sonhos e desilusões, ideais e malandragens do povo brasileiro, deixando seu nome definitivamente escrito como um dos artistas mais talentosos e amados da nossa história cultural.

Para recriar a trajetória de Chico Buarque, este livro biográfico reúne fotos, manuscritos, reportagens e correspondências deste personagem singular: quem foram suas primeiras referências, como era o ambiente cultural e social em que ele cresceu e, principalmente, quem foram os parceiros e amigos com quem abriu novos caminhos criativos. O conjunto de documentos, personagens e histórias pessoais recompõe a atmosfera em que foram criadas as obras de Chico, para o leitor melhor seguir sua jornada. Embrenhados nas páginas do livro e na história de Chico Buarque estão mestres e referências, como Ataulfo Alvez e Dorival Caymmi; amigos e parceiros como o “maestro soberano” Tom Jobim, Vinicius de Moraes, João Gilberto, Edu Lobo, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Milton Nascimento, Miúcha, Nara Leão, Maria Bethânia, Augusto Boal e Ruy Guerra, entre tantos outros que mantiveram o diálogo criativo que engendrou a obra buarquiana. Obra que se mistura diretamente com a vida, numa jornada que ecoa toda a efervescência cultural brasileira das últimas décadas.

Chico buarque

CHICO

O primeiro perfil biográfico de um dos maiores criadores brasileiros. “Era a primeira vez, em 1999, que Chico Buarque concordava em falar longamente sobre sua vida e sua carreira com a finalidade de publicar em livro a sua história. Foram muitas horas de conversas, caminhadas, idas aos bastidores dos shows, ao campo de futebol, encontros com amigos, parceiros, familiares. Das conversas surgiu um Chico humano, moleque, inteligente, cercado pelo mistério da criação. O menino travesso e o jovem romântico. O adulto em seus momentos de criação e turbulência. Mas é, sobretudo, o Chico artista, cantor e compositor, que está retratado neste perfil. Um Chico admirado e idolatrado que permanecia, até então, misterioso.”

Nara Leão

NARA LEÃO

Especialista em história da música popular brasileira, o jornalista e escritor Sérgio Cabral compõe um relato da vida da cantora, voz que não apenas esteve na linha de frente dos principais momentos da moderna música brasileira, mas também se engajou como poucas na política de seu tempo.

Tim Maia

TIM MAIA

“Mais grave! Mais agudo! Mais eco! Mais retorno! Mais tudo!”. O grito de guerra ainda ecoa nas festas, vivo nas canções de Tim Maia. Transgressor, amoroso e debochado, o cantor que gostava de se definir como “preto, gordo e cafajeste” se consagrou como um dos artistas mais queridos e respeitados da música brasileira, rei do “samba-soul”.
No ano em que se completam dez anos de sua morte, a história de Tim Maia é resgatada em “Vale Tudo – O som e a fúria de Tim Maia”, por um de seus amigos mais próximos, o jornalista, compositor e produtor musical Nelson Motta.
A biografia é uma viagem pela vida do cantor, a começar pela infância e juventude, no bairro carioca da Tijuca. É o próprio Tim quem dá o tom bem-humorado da narrativa: “No dia 28 de setembro de 1942, na rua Afonso Pena 24, minha mãe, Maria Imaculada, concebeu o gordinho mais simpático da Tiju-ca. E recebi o nome de Sebastião Rodrigues Maia”.
Nelson conta que a amizade com Tim começou em 1969, quando pro-duziu para o disco de Elis Regina o dueto que apresentou ao mundo o vozeirão do cantor. Por isso, é testemunha de histórias incríveis, como as aventuras vivi-das nos Estados Unidos. A viagem não terminou bem: Tim voltou ao Brasil deportado, acusado de roubar um carro e de portar substâncias ilegais.
Como produtor musical e amigo, Nelson acompanhou essa jornada até os últimos dias da vida do cantor. No livro, ele narra um último encontro em Nova York, poucos meses antes da morte de Tim, em 1997.

Clube da Esquina

CLUBE DA ESQUINA

A íntegra das entrevistas de Lô Borges e Milton Nascimento para Charles Gavin, do Som do Vinil, sobre suas carreiras e um dos mais emblemáticos discos brasileiros: Clube da Esquina (EMI, 1972).
“A proposta deixou o departamento artístico da Odeon desnorteado: a realização de um disco de um grande astro de seu cast com um jovem desconhecido, de apenas 17 anos, chamado Lô Borges. Felizmente o projeto foi adiante… Produzido por Milton Nascimento e Ronaldo Bastos e gravado artesanalmente nos estúdios da Odeon, no Rio de Janeiro, por um super time (Milton, Lô, Beto Guedes, Toninho Horta, Wagner Tiso, Nelson Ângelo, Tavito, Luiz Alves, Robertinho Silva, Rubinho, Paulinho Braga, Alaíde Costa, Gonzaguinha, Paulo Moura e Eumir Deodato), o álbum Clube da Esquina é uma das obras mais consistentes, atemporais e determinantes da música brasileira. Permanece como marco cultural e artísco, tendo influenciando roqueiros, jazzistas e mpbistas desde seu lançamento, em 1972, até hoje.” Charles Gavin

Tim Maia

TIM MAIA

“Mais grave! Mais agudo! Mais eco! Mais retorno! Mais tudo!”. O grito de guerra ainda ecoa nas festas, vivo nas canções de Tim Maia. Transgressor, amoroso e debochado, o cantor que gostava de se definir como “preto, gordo e cafajeste” se consagrou como um dos artistas mais queridos e respeitados da música brasileira, rei do “samba-soul”.
No ano em que se completam dez anos de sua morte, a história de Tim Maia é resgatada em “Vale Tudo – O som e a fúria de Tim Maia”, por um de seus amigos mais próximos, o jornalista, compositor e produtor musical Nelson Motta.
A biografia é uma viagem pela vida do cantor, a começar pela infância e juventude, no bairro carioca da Tijuca. É o próprio Tim quem dá o tom bem-humorado da narrativa: “No dia 28 de setembro de 1942, na rua Afonso Pena 24, minha mãe, Maria Imaculada, concebeu o gordinho mais simpático da Tiju-ca. E recebi o nome de Sebastião Rodrigues Maia”.
Nelson conta que a amizade com Tim começou em 1969, quando pro-duziu para o disco de Elis Regina o dueto que apresentou ao mundo o vozeirão do cantor. Por isso, é testemunha de histórias incríveis, como as aventuras vivi-das nos Estados Unidos. A viagem não terminou bem: Tim voltou ao Brasil deportado, acusado de roubar um carro e de portar substâncias ilegais.
Como produtor musical e amigo, Nelson acompanhou essa jornada até os últimos dias da vida do cantor. No livro, ele narra um último encontro em Nova York, poucos meses antes da morte de Tim, em 1997.

Clube da Esquina

CLUBE DA ESQUINA

A íntegra das entrevistas de Lô Borges e Milton Nascimento para Charles Gavin, do Som do Vinil, sobre suas carreiras e um dos mais emblemáticos discos brasileiros: Clube da Esquina (EMI, 1972).
“A proposta deixou o departamento artístico da Odeon desnorteado: a realização de um disco de um grande astro de seu cast com um jovem desconhecido, de apenas 17 anos, chamado Lô Borges. Felizmente o projeto foi adiante… Produzido por Milton Nascimento e Ronaldo Bastos e gravado artesanalmente nos estúdios da Odeon, no Rio de Janeiro, por um super time (Milton, Lô, Beto Guedes, Toninho Horta, Wagner Tiso, Nelson Ângelo, Tavito, Luiz Alves, Robertinho Silva, Rubinho, Paulinho Braga, Alaíde Costa, Gonzaguinha, Paulo Moura e Eumir Deodato), o álbum Clube da Esquina é uma das obras mais consistentes, atemporais e determinantes da música brasileira. Permanece como marco cultural e artísco, tendo influenciando roqueiros, jazzistas e mpbistas desde seu lançamento, em 1972, até hoje.” Charles Gavin

Tim Maia

TIM MAIA

“Mais grave! Mais agudo! Mais eco! Mais retorno! Mais tudo!”. O grito de guerra ainda ecoa nas festas, vivo nas canções de Tim Maia. Transgressor, amoroso e debochado, o cantor que gostava de se definir como “preto, gordo e cafajeste” se consagrou como um dos artistas mais queridos e respeitados da música brasileira, rei do “samba-soul”.
No ano em que se completam dez anos de sua morte, a história de Tim Maia é resgatada em “Vale Tudo – O som e a fúria de Tim Maia”, por um de seus amigos mais próximos, o jornalista, compositor e produtor musical Nelson Motta.
A biografia é uma viagem pela vida do cantor, a começar pela infância e juventude, no bairro carioca da Tijuca. É o próprio Tim quem dá o tom bem-humorado da narrativa: “No dia 28 de setembro de 1942, na rua Afonso Pena 24, minha mãe, Maria Imaculada, concebeu o gordinho mais simpático da Tiju-ca. E recebi o nome de Sebastião Rodrigues Maia”.
Nelson conta que a amizade com Tim começou em 1969, quando pro-duziu para o disco de Elis Regina o dueto que apresentou ao mundo o vozeirão do cantor. Por isso, é testemunha de histórias incríveis, como as aventuras vivi-das nos Estados Unidos. A viagem não terminou bem: Tim voltou ao Brasil deportado, acusado de roubar um carro e de portar substâncias ilegais.
Como produtor musical e amigo, Nelson acompanhou essa jornada até os últimos dias da vida do cantor. No livro, ele narra um último encontro em Nova York, poucos meses antes da morte de Tim, em 1997.

Clube da Esquina

CLUBE DA ESQUINA

A íntegra das entrevistas de Lô Borges e Milton Nascimento para Charles Gavin, do Som do Vinil, sobre suas carreiras e um dos mais emblemáticos discos brasileiros: Clube da Esquina (EMI, 1972).
“A proposta deixou o departamento artístico da Odeon desnorteado: a realização de um disco de um grande astro de seu cast com um jovem desconhecido, de apenas 17 anos, chamado Lô Borges. Felizmente o projeto foi adiante… Produzido por Milton Nascimento e Ronaldo Bastos e gravado artesanalmente nos estúdios da Odeon, no Rio de Janeiro, por um super time (Milton, Lô, Beto Guedes, Toninho Horta, Wagner Tiso, Nelson Ângelo, Tavito, Luiz Alves, Robertinho Silva, Rubinho, Paulinho Braga, Alaíde Costa, Gonzaguinha, Paulo Moura e Eumir Deodato), o álbum Clube da Esquina é uma das obras mais consistentes, atemporais e determinantes da música brasileira. Permanece como marco cultural e artísco, tendo influenciando roqueiros, jazzistas e mpbistas desde seu lançamento, em 1972, até hoje.” Charles Gavin

Tim Maia

TIM MAIA

“Mais grave! Mais agudo! Mais eco! Mais retorno! Mais tudo!”. O grito de guerra ainda ecoa nas festas, vivo nas canções de Tim Maia. Transgressor, amoroso e debochado, o cantor que gostava de se definir como “preto, gordo e cafajeste” se consagrou como um dos artistas mais queridos e respeitados da música brasileira, rei do “samba-soul”.
No ano em que se completam dez anos de sua morte, a história de Tim Maia é resgatada em “Vale Tudo – O som e a fúria de Tim Maia”, por um de seus amigos mais próximos, o jornalista, compositor e produtor musical Nelson Motta.
A biografia é uma viagem pela vida do cantor, a começar pela infância e juventude, no bairro carioca da Tijuca. É o próprio Tim quem dá o tom bem-humorado da narrativa: “No dia 28 de setembro de 1942, na rua Afonso Pena 24, minha mãe, Maria Imaculada, concebeu o gordinho mais simpático da Tiju-ca. E recebi o nome de Sebastião Rodrigues Maia”.
Nelson conta que a amizade com Tim começou em 1969, quando pro-duziu para o disco de Elis Regina o dueto que apresentou ao mundo o vozeirão do cantor. Por isso, é testemunha de histórias incríveis, como as aventuras vivi-das nos Estados Unidos. A viagem não terminou bem: Tim voltou ao Brasil deportado, acusado de roubar um carro e de portar substâncias ilegais.
Como produtor musical e amigo, Nelson acompanhou essa jornada até os últimos dias da vida do cantor. No livro, ele narra um último encontro em Nova York, poucos meses antes da morte de Tim, em 1997.

Clube da Esquina

CLUBE DA ESQUINA

A íntegra das entrevistas de Lô Borges e Milton Nascimento para Charles Gavin, do Som do Vinil, sobre suas carreiras e um dos mais emblemáticos discos brasileiros: Clube da Esquina (EMI, 1972).
“A proposta deixou o departamento artístico da Odeon desnorteado: a realização de um disco de um grande astro de seu cast com um jovem desconhecido, de apenas 17 anos, chamado Lô Borges. Felizmente o projeto foi adiante… Produzido por Milton Nascimento e Ronaldo Bastos e gravado artesanalmente nos estúdios da Odeon, no Rio de Janeiro, por um super time (Milton, Lô, Beto Guedes, Toninho Horta, Wagner Tiso, Nelson Ângelo, Tavito, Luiz Alves, Robertinho Silva, Rubinho, Paulinho Braga, Alaíde Costa, Gonzaguinha, Paulo Moura e Eumir Deodato), o álbum Clube da Esquina é uma das obras mais consistentes, atemporais e determinantes da música brasileira. Permanece como marco cultural e artísco, tendo influenciando roqueiros, jazzistas e mpbistas desde seu lançamento, em 1972, até hoje.” Charles Gavin

Tim Maia

TIM MAIA

“Mais grave! Mais agudo! Mais eco! Mais retorno! Mais tudo!”. O grito de guerra ainda ecoa nas festas, vivo nas canções de Tim Maia. Transgressor, amoroso e debochado, o cantor que gostava de se definir como “preto, gordo e cafajeste” se consagrou como um dos artistas mais queridos e respeitados da música brasileira, rei do “samba-soul”.
No ano em que se completam dez anos de sua morte, a história de Tim Maia é resgatada em “Vale Tudo – O som e a fúria de Tim Maia”, por um de seus amigos mais próximos, o jornalista, compositor e produtor musical Nelson Motta.
A biografia é uma viagem pela vida do cantor, a começar pela infância e juventude, no bairro carioca da Tijuca. É o próprio Tim quem dá o tom bem-humorado da narrativa: “No dia 28 de setembro de 1942, na rua Afonso Pena 24, minha mãe, Maria Imaculada, concebeu o gordinho mais simpático da Tiju-ca. E recebi o nome de Sebastião Rodrigues Maia”.
Nelson conta que a amizade com Tim começou em 1969, quando pro-duziu para o disco de Elis Regina o dueto que apresentou ao mundo o vozeirão do cantor. Por isso, é testemunha de histórias incríveis, como as aventuras vivi-das nos Estados Unidos. A viagem não terminou bem: Tim voltou ao Brasil deportado, acusado de roubar um carro e de portar substâncias ilegais.
Como produtor musical e amigo, Nelson acompanhou essa jornada até os últimos dias da vida do cantor. No livro, ele narra um último encontro em Nova York, poucos meses antes da morte de Tim, em 1997.

Clube da Esquina

CLUBE DA ESQUINA

A íntegra das entrevistas de Lô Borges e Milton Nascimento para Charles Gavin, do Som do Vinil, sobre suas carreiras e um dos mais emblemáticos discos brasileiros: Clube da Esquina (EMI, 1972).
“A proposta deixou o departamento artístico da Odeon desnorteado: a realização de um disco de um grande astro de seu cast com um jovem desconhecido, de apenas 17 anos, chamado Lô Borges. Felizmente o projeto foi adiante… Produzido por Milton Nascimento e Ronaldo Bastos e gravado artesanalmente nos estúdios da Odeon, no Rio de Janeiro, por um super time (Milton, Lô, Beto Guedes, Toninho Horta, Wagner Tiso, Nelson Ângelo, Tavito, Luiz Alves, Robertinho Silva, Rubinho, Paulinho Braga, Alaíde Costa, Gonzaguinha, Paulo Moura e Eumir Deodato), o álbum Clube da Esquina é uma das obras mais consistentes, atemporais e determinantes da música brasileira. Permanece como marco cultural e artísco, tendo influenciando roqueiros, jazzistas e mpbistas desde seu lançamento, em 1972, até hoje.” Charles Gavin

Tim Maia

TIM MAIA

“Mais grave! Mais agudo! Mais eco! Mais retorno! Mais tudo!”. O grito de guerra ainda ecoa nas festas, vivo nas canções de Tim Maia. Transgressor, amoroso e debochado, o cantor que gostava de se definir como “preto, gordo e cafajeste” se consagrou como um dos artistas mais queridos e respeitados da música brasileira, rei do “samba-soul”.
No ano em que se completam dez anos de sua morte, a história de Tim Maia é resgatada em “Vale Tudo – O som e a fúria de Tim Maia”, por um de seus amigos mais próximos, o jornalista, compositor e produtor musical Nelson Motta.
A biografia é uma viagem pela vida do cantor, a começar pela infância e juventude, no bairro carioca da Tijuca. É o próprio Tim quem dá o tom bem-humorado da narrativa: “No dia 28 de setembro de 1942, na rua Afonso Pena 24, minha mãe, Maria Imaculada, concebeu o gordinho mais simpático da Tiju-ca. E recebi o nome de Sebastião Rodrigues Maia”.
Nelson conta que a amizade com Tim começou em 1969, quando pro-duziu para o disco de Elis Regina o dueto que apresentou ao mundo o vozeirão do cantor. Por isso, é testemunha de histórias incríveis, como as aventuras vivi-das nos Estados Unidos. A viagem não terminou bem: Tim voltou ao Brasil deportado, acusado de roubar um carro e de portar substâncias ilegais.
Como produtor musical e amigo, Nelson acompanhou essa jornada até os últimos dias da vida do cantor. No livro, ele narra um último encontro em Nova York, poucos meses antes da morte de Tim, em 1997.

Clube da Esquina

CLUBE DA ESQUINA

A íntegra das entrevistas de Lô Borges e Milton Nascimento para Charles Gavin, do Som do Vinil, sobre suas carreiras e um dos mais emblemáticos discos brasileiros: Clube da Esquina (EMI, 1972).
“A proposta deixou o departamento artístico da Odeon desnorteado: a realização de um disco de um grande astro de seu cast com um jovem desconhecido, de apenas 17 anos, chamado Lô Borges. Felizmente o projeto foi adiante… Produzido por Milton Nascimento e Ronaldo Bastos e gravado artesanalmente nos estúdios da Odeon, no Rio de Janeiro, por um super time (Milton, Lô, Beto Guedes, Toninho Horta, Wagner Tiso, Nelson Ângelo, Tavito, Luiz Alves, Robertinho Silva, Rubinho, Paulinho Braga, Alaíde Costa, Gonzaguinha, Paulo Moura e Eumir Deodato), o álbum Clube da Esquina é uma das obras mais consistentes, atemporais e determinantes da música brasileira. Permanece como marco cultural e artísco, tendo influenciando roqueiros, jazzistas e mpbistas desde seu lançamento, em 1972, até hoje.” Charles Gavin

Tim Maia

TIM MAIA

“Mais grave! Mais agudo! Mais eco! Mais retorno! Mais tudo!”. O grito de guerra ainda ecoa nas festas, vivo nas canções de Tim Maia. Transgressor, amoroso e debochado, o cantor que gostava de se definir como “preto, gordo e cafajeste” se consagrou como um dos artistas mais queridos e respeitados da música brasileira, rei do “samba-soul”.
No ano em que se completam dez anos de sua morte, a história de Tim Maia é resgatada em “Vale Tudo – O som e a fúria de Tim Maia”, por um de seus amigos mais próximos, o jornalista, compositor e produtor musical Nelson Motta.
A biografia é uma viagem pela vida do cantor, a começar pela infância e juventude, no bairro carioca da Tijuca. É o próprio Tim quem dá o tom bem-humorado da narrativa: “No dia 28 de setembro de 1942, na rua Afonso Pena 24, minha mãe, Maria Imaculada, concebeu o gordinho mais simpático da Tiju-ca. E recebi o nome de Sebastião Rodrigues Maia”.
Nelson conta que a amizade com Tim começou em 1969, quando pro-duziu para o disco de Elis Regina o dueto que apresentou ao mundo o vozeirão do cantor. Por isso, é testemunha de histórias incríveis, como as aventuras vivi-das nos Estados Unidos. A viagem não terminou bem: Tim voltou ao Brasil deportado, acusado de roubar um carro e de portar substâncias ilegais.
Como produtor musical e amigo, Nelson acompanhou essa jornada até os últimos dias da vida do cantor. No livro, ele narra um último encontro em Nova York, poucos meses antes da morte de Tim, em 1997.

Clube da Esquina

CLUBE DA ESQUINA

A íntegra das entrevistas de Lô Borges e Milton Nascimento para Charles Gavin, do Som do Vinil, sobre suas carreiras e um dos mais emblemáticos discos brasileiros: Clube da Esquina (EMI, 1972).
“A proposta deixou o departamento artístico da Odeon desnorteado: a realização de um disco de um grande astro de seu cast com um jovem desconhecido, de apenas 17 anos, chamado Lô Borges. Felizmente o projeto foi adiante… Produzido por Milton Nascimento e Ronaldo Bastos e gravado artesanalmente nos estúdios da Odeon, no Rio de Janeiro, por um super time (Milton, Lô, Beto Guedes, Toninho Horta, Wagner Tiso, Nelson Ângelo, Tavito, Luiz Alves, Robertinho Silva, Rubinho, Paulinho Braga, Alaíde Costa, Gonzaguinha, Paulo Moura e Eumir Deodato), o álbum Clube da Esquina é uma das obras mais consistentes, atemporais e determinantes da música brasileira. Permanece como marco cultural e artísco, tendo influenciando roqueiros, jazzistas e mpbistas desde seu lançamento, em 1972, até hoje.” Charles Gavin

Rita Lee

CAPA RITA LEE

“Do primeiro disco voador ao último porre, Rita é consistente. Corajosa. Sem culpa nenhuma. Tanto que, ao ler o livro, várias vezes temos a sensação de estar diante de uma bio não autorizada, tamanha a honestidade nas histórias. A infância e os primeiros passos na vida artística; sua prisão em 1976; o encontro de almas com Roberto de Carvalho; o nascimento dos filhos, das músicas e dos discos clássicos; os tropeços e as glórias. Está tudo lá. E você pode ter certeza: essa é a obra mais pessoal que ela poderia entregar de presente para nós. Rita cuidou de tudo. Escreveu, escolheu as fotos e criou as legendas – e até decidiu a ordem das imagens -, fez a capa, pensou na contracapa, nas orelhas… Entregou o livro assim: prontinho. Sua essência está nessas páginas. E é exatamente desse modo que a Globo Livros coloca a autobiografia da nossa estrela maior no mercado.”

Samba Canção

CAPA SAMBA CANCAO

Depois de reconstituir o mundo da bossa nova no já clássico Chega de saudade, Ruy Castro mergulha no universo do samba-canção e das boates cariocas dos anos 1940, 50 e 60.

Em 1946, o presidente Eurico Gaspar Dutra proíbe os jogos de azar no Brasil. A decisão gerou uma legião de desempregados — e um grande contingente de boêmios carentes. Os cassinos fecharam, mas os profissionais da noite logo encontraram um novo ambiente: as boates de Copacabana. Em vez das apresentações grandiosas, as boates favoreciam a penumbra, a intimidade, o romance. Assim como a ambience, a música baixou de tom. Os músicos voltaram aos palcos, mas em formações menores, tocando quase como um sussurro ao ouvido. Essa nova música, as boates e o contexto que fez tudo isso possível são o tema do novo livro de Ruy Castro, que mais uma vez nos delicia com sua prosa arrebatadora.

MPB - NA ERA DO RÁDIO

CAPA

O livro descreve o surgimento, nos anos 1920, do rádio de galena,no Rio de Janeiro,através do qual se projetariam duas manifestações musicais básicas da música popular: o maxixe e o choro.Sérgio se debruça sobre a influência da política republicana nas composições, sobre a ingenuidade de alguns compositores para com a esperteza de parceiros indevidos, sobre os cine teatros com música ao vivo até nas salas de espera e sobre regulamentações envolvendo execuções obrigatórias.Um panorama sobre tantos aspectos da música brasileira, do final do século XIX, ao início da Bossa Nova.

Secos & Molhados

SECOS E MOLHADOS

Aquele não seria apenas o maior grupo do rock brasileiro em 1973: o intrépido trio formado por Ney Matogrosso, João Ricardo e Gerson Conrad, que acabara de lançar seu primeiro LP, foi muito além: brilhou como uma supernova nas rádios e na TV, ao som de “Sangue latino” e “O vira”. A performance misturava teatro, poesia, androginia e contracultura e conectava-se a um público heterogêneo — filhos, pais e avós —, algo impensável em meio ao pesadelo do governo militar; a música, influenciada por rock’n’roll, blues, folk, MPB e poesia, provocava o establishment com overdoses de inteligência, imaginação, ironia e ternura. O Secos & Molhados tornou-se um fenômeno cultural e comportamental – sua arte e trajetória extraordinárias reverberam até hoje.
Charles Gavin

Renato Russo

CAPA

A mais completa biografia do vocalista da Legião Urbana ganha edição revista, atualizada e ampliada pelo autor.

Escrita a partir de mais de cem entrevistas e de pesquisas realizadas
ao longo de nove anos, Renato Russo – o filho da revolução narra, de forma fluente e minuciosa, a transformação do adolescente Renato Manfredini Junior no maior ídolo do rock brasileiro. A vivência intensa em Brasília sob a ditadura militar nos anos 1970 é reconstituída em detalhes neste best-seller lançado em 2009, presença constante na lista dos mais vendidos de não ficção daquele ano. Manuscritos com os planos ambiciosos do iniciante Renato e os rascunhos de sucessos como Tempo perdido e Eduardo & Monica também são reproduzidos com exclusividade, bem como as letras vetadas pela Censura Federal. Além dos depoimentos de integrantes da Legião, Capital Inicial, Plebe Rude, Paralamas e de outras bandas da era de ouro do rock nacional, a nova edição inclui capítulo inédito elaborado a partir de entrevistas com amigos e colegas, como Marisa Monte, que trabalharam e conviveram com Renato Russo no período final de sua vida, encerrada prematuramente aos 36 anos, em 11 de outubro de 1996. Lembranças e histórias do maior ídolo de sua geração e que, com a sua poética incisiva e lírica, continua a fascinar – e a emocionar – jovens de todas as idades.

Sobre o Autor

Nascido em João Pessoa (PB) em 1970, o jornalista e escritor Carlos Marcelo Carvalho morou também no Recife antes de se estabelecer no Distrito Federal e se formar em Comunicação Social pela Universidade de Brasília (UnB). Além de Renato Russo – o filho da revolução, é autor dos livros Nicolas Behr – eu engoli Brasília (2003), primeiro volume da coleção Brasilienses, e O fole roncou! Uma história do forró (2012, em parceria com Rosualdo Rodrigues), finalista do Prêmio Jabuti de Reportagem. Foi consultor do roteiro do filme Somos tão jovens, de Antonio Carlos da Fontoura e repórter, editor do suplemento literário Pensar, editor de Cultura e editor-executivo do Correio Braziliense. Ganhador de dois Prêmios Esso, na categoria Primeira Página, Carlos Marcelo é diretor de redação do Estado de Minas desde 2015.

Milton Nascimento

MILTON

Livro homenagem que descortina a trajetória e o pensamento de um dos maiores músicos brasileiros, através da reunião de mais de 50 composições suas, acompanhadas de reproduções de manuscritos, documentos pessoais e fotos raras. Mineiro, discreto, genial e dono de uma voz singular, Milton Nascimento – o Bituca – confiou seu precioso acervo ao autor e idealizador deste projeto, Danilo Nuha, jornalista e diretor artístico que, como profissional e amigo, convive com a lenda da música desde 2009. Letras emblemáticas como “Coração de Estudante”, “Canção do Sal”, “Pai Grande” e “Morro Velho”, entre outras, são acompanhadas de preciosas explicações de Milton e até de seus parceiros nas composições. Da contextualização de algumas criações musicais, brotam interessantes histórias como a da amizade entre o compositor brasileiro e o astro americano River Phoenix (1970 – 1993), que nasceu da admiração artística mútua e se transformou em ativismo ambiental, causa abraçada por ambos. Em um texto inédito, escrito especialmente para o livro, Milton descreve seu momento atual como o início de uma nova fase e considera esta obra um dos marcos desse tempo que se inicia. “Milton Nascimento: letras, histórias e canções” é essencial para dar a real grandeza de sua contribuição para a música e para o mundo, ontem, hoje e sempre.

Ary Barroso

CAPA ARY

Em No Tempo de Ary Barroso, o biógrafo e renomado jornalista Sérgio Cabral oferece ao leitor um retrato singelo, profundo e recheado de fatos inéditos sobre o autor de Aquarela do Brasil e Na Baixa do Sapateiro, dois clássicos da música brasileira e das canções mais regravadas em todo o planeta. Devido à sua fama como excelente jornalista, construída ao longo de sessenta anos de carreira, Cabral teve acesso a arquivos particulares, até então fechados à divulgação, além de depoimentos reveladores sobre o percurso do compositor. Em linguagem deliciosa, cheia de verve e humor, No Tempo de Ary Barroso registra a história e a obra do mineiro Ary Barroso, durante várias décadas influência e liderança incontestável no cenário cultural brasileiro. Como autor de clássicos, locutor de futebol, jornalista e ativista em defesa dos direitos autorais, Barroso protagonizou episódios representativos da cultura e da política do país. Esteve ao lado de personagens como Carmen Miranda, Aurora Miranda, Aracy Cortes, Aracy de Almeida, Eliseth Cardoso, Almirante, Braguinha, entre vários outros. Um livro fundamental.

Belchior

BELCHIOR

Um livro revelador sobre uma figura fascinante da mpb que merece ser mais conhecida do público. Um artista às vezes enigmático, sempre refinado e imensamente popular. Caderno de imagens em cores. Discografia completa. A morte de Belchior, em abril de 2017, foi uma comoção nacional. Dez anos antes, o artista desaparecera. Foi a partir do mistério desse sumiço que Jotabê Medeiros deu início à pesquisa para um livro sobre o autor de clássicos como “Velha Roupa Colorida”, “Alucinação” e “Como nossos pais”. Realizou dezenas de entrevistas com parceiros musicais, amigos, familiares e produtores de seus discos. Apenas um rapaz latino-americano traz períodos pouco conhecidos da vida de Belchior, como os anos em que passou em um
mosteiro, na adolescência. Foi ali que o artista travou seu primeiro contato com a literatura e a filosofia e habituou-se ao silêncio e à introspecção que seriam características marcantes até o fim da vida.

Novos Baianos

NB

As páginas desse livro revelam a história de um dos principais grupos da Música Popular Brasileira nos últimos cinquenta anos – Novos Baianos. Luiz Galvão, um dos fundadores, é quem conta os bastidores de um dos símbolos da afirmação da liberdade e da democracia no Brasil. O livro conta também as desventuras do jovem grupo que surgiu na década de 1970, a relação com as drogas, as trapalhadas com a polícia e o cotidiano intenso vivido em comunidade.

BN

Com prefácio assinado pelo escritor Paulo Coelho e apresentação do jornalista e escritor Nelson Motta, Essa tal de Bossa Nova reúne histórias da música brasileira contadas por Roberto Menescal, um dos criadores da Bossa Nova. O livro é divido em dois momentos, o primeiro dedicado às histórias da Bossa Nova, e o segundo às histórias da MPB vividas por Menescal no período em que foi Diretor Artístico da PolyGram. As histórias de Menescal trazem os primeiros encontros entre aqueles que viriam a ser os protagonistas de um dos mais importantes movimentos da música mundial, os bastidores do histórico show no Carnegie Hall e o impacto daquela noite nas vidas dos envolvidos com o movimento. Esse evento mudou os rumos do gênero musical que nascera anos antes na timidez do apartamento de Nara Leão, musa da Bossa Nova. Maysa, Astor Piazzola, Roberto Carlos, Dorival Caymmi e Villa Lobos são alguns dos personagens dessas histórias.

Fonte de pesquisa: Amazon Serviços de Varejo do Brasil Ltda

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